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quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

Reprodução dos Animais

No link a seguir tem um flash produzido pelo Guilherme que contem informações super interessantes sobre a reprodução animal e que vale a pela clicar e visualizar:

Clique na imagem:

ANIMAIS EM EXTINÇÃO? O QUER ISSO QUER DIZER?

Hei, psiu.. você aí! É.. você mesmo!! Você sabia que existem animais que estão praticamente desaparecendo do planeta?
Pois é... isso está acontecendo e este fato é muito preocupante pois qualquer espécie, animal ou vegetal, por mais simples que seja, tem muito valor para o meio ambiente e é insubstituível.
Mas, afinal, porque alguns grupos de animais, ou melhor, algumas espécies, estão desaparecendo do planeta? Para sabermos isso, vamos conversar sobre as causas, conhecer esses animais e também saber o que está sendo feito para mudar isso.
A principal causa da extinção ocorre devido o desrespeito do ser humano ao meio ambiente.
Como sei que você é uma pessoa “antenada”, acredito que você já tenha reparado em quantas notícias temos visto atualmente sobre desmatamento das florestas e queimadas em diversas regiões. Você já parou para pensar em quantos animais morrem ou ficam “desabrigados” por essas ações inconsequentes do ser humano? Então é fácil perceber que um dos principais motivos da extinção dos animais é a destruição de florestas, seja pelo desmatamento ou por queimadas.
A poluição também contribui para a extinção de animais, pois prejudicam o ciclo de vida de muitas espécies.

Outro fator muito importante que contribui para a extinção é a caça. O ser humano caça em busca de aproveitamento de partes desses animais, como por exemplo, para obtenção de carne, gordura, peles, plumas, troféus e lembranças. Há também aqueles que caçam apenas para se divertir. Imagine só você, como pode alguém se divertir matando um animal?Isso é um ato muito cruel!!. A coleta de ovos de certos animais também ocorre, estes são usados principalmente para venda, sendo este ato bastante comum, pois gera lucro para os caçadores.
O tráfico de animais também é algo que causa muita preocupação. A figura acima mostra a cena do filme Rio onde o personagem Blue tenta fugir de uma gaiola com sua amiga para eles não serem vendidos. Este filme é muito divertido e aborda o tema tráfico de animais, então se você ainda não assistiu, vale a pena conferir. Segundo a Polícia Federal, a cada ano, 12 milhões de animais (a maioria destes estão perto da extinção) são apanhados da natureza aqui do Brasil e, um pouco menos da metade deles, são enviados para outro país. Esses animais são transportados em condições muito ruins, ficam doentes e chegam a morrer fora do lugar onde viviam na natureza.
Até o final de 2008, cientistas identificaram cerca de 1,4 milhões de espécies biológicas em processo de extinção.Isso é um número MUUITO alto!! Eles acreditam que existe muito mais espécies ainda por identificar.
Mas você sabe quais são estes animais que estão correndo o risco de serem extintos aqui no Brasil? Vamos conhecer alguns deles.

Este grande mapa é o mapa do Brasil. A figura está mostrando alguns dos animais que estão correndo o risco de extinção que vivem nas regiões do Brasil. Por exemplo a Ararinha Azul que vive principalmente na região onde está localizado o estado de Mato Grosso. Ela correr um grande risco de ser extinta principalmente por causa da caça,pois há pessoas que as pegam para a comercialização, ou seja, para venda, lenvando elas até mesmo para fora do Brasil.
Para saber mais detalhes sobre algumas espécies ameaçadas de extinção no Brasil você poderá entrar no site:
Neste site você pode escolher algum dos animais para saber detalhes, basta entrar no site e clicar em algum dos nomes da lista.

Para saber mais sobre quais os animais brasileiros que estão ameaçados de extinção você pode clicar neste site:                     
 http://www2.uol.com.br/ecokids/animais/listaofi.htm
 Já falamos bastante sobre as causas da extinção, mas você sabe o que está sendo feito para que seja evitado a extinção aqui no Brasi?
No Brasil o órgão responsável por cuidar do meio ambiente e especificamente de reverter o quadro da extinção animal é o IBAMA – Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis. Este órgão formado por várias pessoas fiscaliza (muitas vezes junto com a Polícia Federal) tudo que está relacionado com o meio ambiente, assim, está sempre em alerta para combater o desmatamento, para combater o tráfico de animais e ajudando para que as espécies em extinção tenham filhos em cativeiro, ou seja,  para diminuir o risco de extinção, neste caso, depois de crescidos os animais são colocados em seu ambiente natural.
E nós também podemos ajudar?
Sim. Cada um de nós pode ajudar a combater a extinção de animais mesmo estando longe deles. Para fazer isso nós devemos denunciar qualquer tipo de agressão ao meio ambiente, como desmatamento, queimadas, tráfico de animais, etc. Com relação ao tráfico de animais, fica mais fácil de contribuir:
·      Podemos evitar de comprar qualquer tipo de artesanato que tenha alguma parte retirada de animais, como penas, couro, etc.;
·      Não devemos usar roupas provenientes de pele de animais;
·      Devemos denunciar sempre que percebermos ações de maus tratos e manutenção de animais em cativeiro (animais presos) que não sejam autorizados pelo IBAMA.
Nada melhor que aprender com diversão, por isso aqui vai algumas dicas de jogos com o tema extinção na internet para que você se divertir e aprender um pouco mais sobre este tema.

Este é um jogo da memória bem legal que mostra fotos de vários animais em extinção.

Neste jogo você será um pesquisador e terá que procurar e fotografar alguns animais que estão ameaçados de extinção, você fará expedições em florestas e outros lugares para poder encontrar esses animais.
 
Boa diversão!!
Referência Bibliográfica

http://www.ibge.gov.br/7a12/brincadeiras/jogo_da_memoria/default.htm


TEXTO REDIGIDO POR LAILA REIS

domingo, 4 de dezembro de 2011

Biodiversidade e animais exóticos

Acessado em 19/10/11 às 10h29min horas.
 
Biodiversidade
A biodiversidade é a imensa variedade de vida na Terra. Ela está por toda parte – em terra firme ou dentro d’água, desde o topo das montanhas ao fundo dos oceanos –, numa magnífica profusão de seres vivos e ambientes que é quase impossível mensurarem. A biodiversidade está em você e em mim. E nela estamos todos imersos. Em termos convencionais, o Artigo 2 da Convenção sobre Diversidade Biológica (CDB) – hoje o principal fórum mundial para questões relacionadas ao tema – define biodiversidade ou “diversidade biológica” como “a variabilidade de organismos vivos de todas as origens, compreendendo, dentre outros, os ecossistemas terrestres, marinhos e outros ecossistemas aquáticos e os complexos ecológicos de que fazem parte; compreendendo ainda a diversidade dentro de espécies, entre espécies e de ecossistemas”.
As espécies exóticas invasoras- MMA
Acessado em 19/10/11 às 10h58min horas.
A busca por sustentabilidade pelos países em desenvolvimento –  particularmente pelos mega diversos – depende diretamente de sua capacidade de proteger seus ecossistemas, suas economias e sua saúde pública. Lamentavelmente, a invasão de espécies exóticas – entre plantas, animais e micro-organismos – representa uma enorme ameaça aos recursos naturais desses países.
De acordo com a Convenção sobre Diversidade Biológica (CDB), espécie exótica é toda espécie que se encontra fora de sua área de distribuição natural.
Espécie exótica invasora, por sua vez, é aquela que ameaça ecossistemas, habitats ou espécies. Essas espécies invasoras, por suas vantagens competitivas e favorecidas pela ausência de predadores e pela degradação dos ambientes naturais, dominam os nichos ocupados pelas espécies nativas, notadamente em ambientes frágeis e degradados.
Espécies exóticas invasoras são hoje reconhecidas como uma das maiores ameaças biológicas ao meio ambiente, com enormes prejuízos à economia, à biodiversidade e aos ecossistemas naturais, além de trazerem riscos à saúde humana.  São consideradas a segunda maior causa de perda de biodiversidade após as alterações de habitats.
 O processo de invasão biológica tem se acelerado nas últimas décadas, favorecido pela destruição das barreiras biogeográficas: à medida que o homem foi colonizando novos ambientes, levou consigo plantas e animais domesticados, proporcionado, para diversas espécies, condições de dispersão muito além de suas reais capacidades. Atualmente, graças aos meios de transporte aéreo, o fenômeno da dispersão de espécies ganhou velocidade e intensidade.
Com a crescente globalização e o conseqüente aumento do comércio internacional, espécies exóticas são translocadas, intencional ou não intencionalmente, para áreas onde não encontram predadores naturais, tornando-se mais eficientes que as espécies nativas no uso dos recursos. Dessa forma, multiplicam-se rapidamente, ocasionando o empobrecimento dos ambientes, a simplificação dos ecossistemas e a própria extinção de espécies nativas.
Espécies exóticas invasoras invadem e afetam a biota nativa de praticamente todos os tipos de ecossistemas da Terra. Ocorrem em todos os grandes grupos taxonômicos, incluindo os vírus, fungos, algas, briófitas, pteridófitas, plantas superiores, invertebrados, peixes, anfíbios, répteis, pássaros e mamíferos.
Em virtude da agressividade, pressão e capacidade de excluir as espécies nativas, estas espécies podem transformar a estrutura e a composição dos ecossistemas, homogeneizando os ambientes e destruindo as características peculiares que a biodiversidade local proporciona.
De acordo com informação do Secretariado da Convenção sobre Diversidade Biológica (CDB), um total aproximado de 480 mil espécies exóticas já foram introduzidas nos diversos ecossistemas da Terra, o que representa um enorme desafio para controle, monitoramento, mitigação e erradicação.
No Brasil, as informações relacionadas a este tema são ainda incipientes. Para mudar esta situação, o Ministério do Meio Ambiente, por meio do Programa Nacional de Conservação da Biodiversidade da Secretaria de Biodiversidade e Florestas, iniciou um amplo programa voltado às espécies exóticas invasoras.
As ações deste programa envolvem, entre outras, atividades relativas à identificação e localização das principais espécies exóticas no país; avaliação dos impactos ambientais e sócio-econômicos causados por estas espécies; levantamento dos projetos já realizados ou em andamento, em âmbito nacional; criação de mecanismos de controle, monitoramento, mitigação, prevenção e erradicação, com vistas a minimizar introduções acidentais; definição de estratégias para ampliação das discussões sobre o tema; levantamento da legislação nacional sobre espécies exóticas invasoras, e proposição de revisão, se for o caso, ou elaboração de legislação específica; e organização de uma efetiva parceria entre os setores governamental, não-governamental, acadêmico-científico e iniciativa privada.
O Ministério do Meio Ambiente também coordenou, em 2005, por meio do Projeto de Conservação e Utilização Sustentável da Diversidade Biológica Brasileira (PROBIO), a elaboração do Informe Nacional sobre as Espécies Exóticas Invasoras, visando sistematizar e divulgar a informação já existente sobre o tema, com dois diagnósticos: o Diagnóstico das Espécies Exóticas Invasoras Atuais e Potenciais e o Diagnóstico da Estrutura Existente para a Prevenção e Controle.
Informe Nacional sobre Espécies Exóticas Invasoras é o primeiro diagnóstico nacional relacionado à distribuição destas espécies e à capacidade instalada no país para tratar o problema.
Informe Nacional sobre Espécies Exóticas Invasoras-MMA
Acessado em 19/10/11 às 11h03min horas
O Informe Nacional sobre Espécies Exóticas Invasoras é o primeiro diagnóstico nacional relacionado à distribuição destas espécies e à capacidade instalada no país para tratar o problema. Os resultados permitirão ao MMA planejar e defi nir medidas concretas para a execução das ações prioritárias voltadas à prevenção, controle e erradicação das espécies exóticas invasoras no país. O Informe Nacional trará informações sobre as espécies exóticas invasoras de maior impacto, as áreas geográfi cas mais ameaçadas e a infra-estrutura existente nas instituições responsáveis pela prevenção e controle, suas carências e potencialidades.
Para a elaboração do Informe Nacional, o Probio lançou, em agosto de 2003, carta consulta para a seleção de 5 subprojetos visando à produção de informes sobre as espécies exóticas invasoras, atuais ou potenciais, que afetam o ambiente terrestre, o ambiente marinho, as águas continentais, a saúde humana e os sistemas de produção (agricultura, pecuária e silvicultura). Ao termino da execução de suas atividades, cada subprojeto teve como responsabilidade a apresentação de um "Diagnóstico das Espécies Exóticas Invasoras Atuais e Potenciais", um "Diagnóstico da Estrutura Existente para a Prevenção e Controle" e a realização de reunião para a validação dos dados obtidos.
Para o "Diagnóstico das Espécies Exóticas Invasoras Atuais e Potenciais" foram pesquisados, para cada espécie, dados relativos as seguintes informações:
• Identificação taxonômica - família, gênero e espécie;
• Nome popular;
• Características morfológicas;
• Local de origem: continente, região e país;
• Ecologia: hábitat, situação populacional, abundância no hábitat natural, potencial reprodutivo, taxa de natalidade e mortalidade, reprodução, dieta, ciclos de vida, área de vida e meios naturais e artifi ciais de dispersão;
• Situação: potencial ou atual;
• Primeiro registro no país: estado, município e localidade;
• Bioma afetado: (Amazônia, Caatinga, Zona Costeira e Marinha, Mata Atlântica, Cerrado, Pantanal e Pampa);
• Distribuição geográfica: região geopolítica (norte, nordeste, centro-oeste, sudeste e sul), estado e município;
• Distribuição ecológica: urbana ou Peri urbana, ecossistemas insulares naturais, agroecossistemas insulares, agroecossistemas terrestres, ecossistemas naturais, outros;
• Tipo de introdução (dispersão:( intencional, acidental, natural ou desconhecida;
• Histórico da introdução: finalidade, meio de dispersão e vetor (ES) utilizado(s) pela espécie para se estabelecer e se difundir no país;
• Possíveis usos econômicos;
• Estado da invasão: espécie introduzida (poucos indivíduos que se reproduzem esporadicamente), espécie estabelecida (forma populações auto-regenerativas) e espécie invasora verdadeira (avança sobre ecossistemas naturais ou seminaturais);
• Organismos afetados: nome popular, ordem, família, gênero e espécie;
• Principais impactos: ambientais (biodiversidade), agrícolas, ou de saúde;
• Principais problemas socioeconômicos relacionados à espécie;
• Principais benefícios socioeconômicos relacionados à espécie;
• Técnicas de prevenção e controle; • Pesquisas desenvolvidas e /ou em desenvolvimento;
• Análises de risco;
• Bibliografia relevante.

Lista de animais exóticos* (vertebrados terrestres e peixes)

Fonte: Instituto Hórus de Desenvolvimento e Conservação ambiental acessado dia 19/10/11 ás 17h24min..

Texto escrito por Juliana Bruning Azevedo